Entrar pelo sintoma
«Faz um barulho como se tivesse pedras lá dentro.» Ninguém chega aqui a saber que é o rolamento. A lista de sintomas está escrita na linguagem de quem ouve o barulho, não na de quem vende a peça.
Ver os sintomas →A máquina que trepida, o relógio parado, a bicicleta encravada, a torradeira que já não salta. Cada ficha segue sempre a mesma anatomia — sintoma, exame, prognóstico, tratamento, esperança de vida — e termina num veredicto que não foge à pergunta: vale a pena reparar, ou não?
O objeto é o que menos importa: o que a pessoa traz é um sintoma e uma dúvida sobre dinheiro. O site está organizado por aí.
«Faz um barulho como se tivesse pedras lá dentro.» Ninguém chega aqui a saber que é o rolamento. A lista de sintomas está escrita na linguagem de quem ouve o barulho, não na de quem vende a peça.
Ver os sintomas →Sintoma, exame, prognóstico, tratamento, esperança de vida. Sempre por esta ordem, sempre com o veredicto no fim e sempre com o tempo e a ferramenta que a coisa exige.
Abrir as fichas →Custo da reparação, preço do novo, anos ganhos. A calculadora devolve o custo por ano de uso dos dois caminhos e diz qual sai mais caro — com a conta à vista, não uma caixa preta.
Calcular →Um site de reparação que nunca diz «deita fora» não é honesto. Há coisas que não se reparam, e dizê-lo poupa uma tarde e o preço de uma peça.
Repara
A peça existe, o custo é uma fração do novo e o objeto ganha anos de vida com isso. A ficha diz qual é a peça, quanto custa e quanto tempo demora.
Troca
Sem peças no mercado, com mão de obra acima do preço de um novo ou com um defeito que volta sempre. Dizemos porquê, e sem drama.
Depende
Nunca um encolher de ombros: a ficha escreve a condição que decide — a idade, o modelo, se ainda está dentro da garantia, se a peça é de série.
Em Portugal, um bem móvel novo tem três anos de garantia legal de conformidade. Não é cortesia da loja, não é o «um ano de garantia do fabricante» que às vezes se ouve ao balcão, e não se compra à parte.
A página da garantia explica o prazo, quem tem de provar o quê e por que ordem se pedem as coisas — reparação, substituição, redução do preço, devolução do dinheiro.
O sapateiro, o relojoeiro, o afiador, a oficina de eletrodomésticos, o alfaiate de retoques. São ofícios que existem, que estão a rarear e que ninguém lista.
Aqui não há morada de ninguém sem confirmação: o que há é o guia do que cada ofício ainda faz, o que costuma cobrar e o que perguntar ao telefone antes de levar a coisa ao balcão.
A PGL Clínica não repara nada, não vende peças e não recebe de ninguém para recomendar seja o que for. É um site escrito por quem se fartou de deitar coisas fora — a história está na página Sobre.
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